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Tomar banho depois de comer é perigoso? Saiba o que é verdade e o que é mito

Tomar banho depois de comer é perigoso? Saiba o que é verdade e o que é mito

A ciência explica a realidade sobre esse senso comum.

  Por Redação - BLN

  24.novembro.2022 às 12:11Atualizado em 24.novembro.2022 às 12:27

Quem nunca ouviu falar que tomar banho, entrar na piscina ou ir direto para o mar depois de comer faz mal? Esse é um senso comum que muitos adultos acreditam. Mas será que essa afirmação realmente faz algum sentido ou é apenas um exagero?

A ciência explica que não existem problemas, desde que a refeição tenha sido leve e que não se faça esforços físicos de intensidade. Mas, é preciso ficar atento a algumas variantes como, por exemplo, a temperatura da água, a quantidade de comida ingerida e se o banho vai ser no chuveiro ou em uma piscina, tudo isso deve ser levado em consideração para escapar do mal estar e de problemas na digestão.

Quando finalizamos uma refeição, nosso organismo se concentra no processo de digestão dos alimentos. Assim, depois de uma refeição, nosso sangue se dirige em grande quantidade ao sistema digestivo para auxiliar a digestão, as funções relacionadas ao metabolismo e oxigênio também agem nesse processo. Quando uma pessoa que acabou de comer toma um banho de chuveiro com água em temperatura ambiente, não existe mal nisso. O organismo será capaz de conciliar suas funções, como o aquecimento e irrigação do sangue pelos músculos. Agora, se o banho for muito quente, nossos vasos sanguíneos superficiais se dilatam para equilibrar a temperatura corporal e parte do sangue se desvia para a pele, deixando o alimento mais tempo no estômago e no intestino, provocando mal estar.

Mas, o maior risco é realmente para quem decide fazer atividade física intensa durante o processo de digestão, seja em água ou fora dela. Os músculos passarão a requerer mais sangue para supri-los de oxigênio, pois eles atraem mais sangue do que banho quente, atrapalhando o processo digestivo. A pessoa pode sentir enjoo, azia, náuseas, suor frio e indigestão. O risco maior é de afogamento caso a pessoa passe mal.


Fonte: Mais Goiás

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